seminário de design de interação

a obra "megalitos nas ruínas de uma casa de banho japonesa" eh composta por esses volumes que são luminosos e se comportam mediante a um programa computacional. mas as imagens não são pré gravadas e também não são um loop, porque a visualização da obra depende da interação do público com seus parâmetros, que são as mudanças sazonais dos elementos que eles trazem, que são flores e cursos d'água, ao decorrer do ano, que se passa em uma hora.

isso traz um aspecto virtual à obra, por precisar da interação e da movimentação do público para explorar todas as possibilidades.

acho que isso valoriza a experiência mais do que o objetivo em si, mas ao mesmo tempo um resultado muito semelhante seria observado sem esse mecanismo já que, na verdade, as flores abrem mais intensamente quando há menos movimento do público.


   
megalitos nas ruínas de uma casa de banho japonesa, teamLab.


      
Túnel de Voz, Rafael Lazano.


      
Aparelho Cinecromático, Abraham Panatnik.


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